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Textos

 

 

Nesta página você encontra textos muito instrutivos.

Veja a relação de títulos e autores e se quiser lê-las clique sobre o nome do texto.

 

 

 

 

Procura-se um Amigo Pedro Block
O Dia em que vi Deus Frei Betto
O Último Discurso - O Grande Ditador Charles Chaplin
Deus ainda fala com as pessoas? Anônimo
Estudo Científico da prece Gareth Cook
Amigos Vinícius de Morais
Sabedoria Vários

 

 

 

  PROCURA-SE UM AMIGO 

Autor: Pedro Block

 

Não precisa ser homem,  basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. 
Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir.
Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. 
Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. 
Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. 
Deve guardar segredo sem se sacrificar. 
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. 
Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. 
Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. 
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. 
Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. 
Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. 
Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer. 
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. 
Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. 
Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. 
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim. 
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. 
Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. 
Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas.
Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
 

 
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  O dia em que vi Deus 

Autor: Frei Betto

 

Natal é a "despapainoelização" do espírito. É quando o coração torna-se manjedoura e, aberto ao outro, acolhe, abraça e acarinha. Violenta-se quem faz da festa do Menino Jesus uma troca insana de mercadorias. Quantas ausências nesses presentes!
Em pleno verão, nos trópicos, o corpo empanturra-se de nozes e castanhas, vinhos e carnes gordas, sem que se faça presente junto àqueles que, caídos à beira do caminho, aguardam um gesto samaritano.
Ainda criança, em Minas, aprendi com meus pais a depositar junto ao presépio a lista de meus sonhos. Nada de pedidos a Papai Noel. No decorrer do advento, eu engordava a lista: a cura de um parente enfermo; um emprego para o filho da lavadeira; e a paz no mundo.
Meu pai insistia para que eu registrasse meus sonhos mais íntimos. Aos 8 anos, escrevi: "Quero ver Deus". Minha mãe ponderou: "Não basta Nossa Senhora, como as crianças de Fátima?". Não, eu queria ver Deus Pai. Nem imagens dele eu encontrava nas igrejas, que exibem, de sobejo, ícones de Jesus e pombas que evocam o Espírito Santo.
Na tarde de 25 de dezembro, meus pais levaram-me a um hospital pediátrico. Distribuímos alegria e chocolate às crianças, vítimas de traumas ou tomadas pelo câncer e por outras enfermidades. Fiquei muito impressionado com um menino de 6 anos, careca.
Na saída, mamãe indagou-me: "Gostou de ver Deus?". Fiquei confuso: "Só vi crianças doentes", respondi. Então ela me ensinou que a fé cristã reconhece que todos os seres humanos são imagem e semelhança de Deus. Por isso é tão difícil ver Deus. Pois não é fácil encarar a radical sacralidade de todo homem e de toda mulher.
Aos poucos entendi que o modo de comemorar o Natal forma filhos consumistas ou altruístas. E descobri que Deus é tanto mais invisível quanto mais esperamos que Ele entre pela porta da frente. Sorrateiro, Ele chega pelos fundos, via um sem-terra chamado Abraão; um revolucionário, de nome Moisés; um músico com fama de agitador, Davi; uma prostituta, Raab; um subversivo conhecido por Jeremias; um alucinado, Daniel; um casal de artesãos que, recusado em Belém, ocupa um pasto para trazer o Filho à vida: Maria e José.
No Evangelho de Mateus (25, 31-46) Jesus identifica-se com quem tem fome e sede, é doente ou prisioneiro, oprimido ou excluído. Aqueles que para os "sábios" são a escória da sociedade, para Deus são os convidados ao banquete do reino.
Desde então aprendi que Natal é todo dia, basta abrir-se ao outro e à estrela que, acima das mazelas deste mundo, acende a esperança de um futuro melhor. Sonhar com um mundo em que o Pai Nosso transpareça na grande festa do pão nosso. Pois quem reparte o pão partilha Deus.
Frei Betto, 56, frade dominicano e escritor, é assessor de movimentos sociais e pastorais e autor do romance sobre Jesus "Entre Todos os Homens" (Ática), entre outros livros.

Frei Betto, 56, frade dominicano e escritor, é assessor de movimentos sociais e pastorais e autor do romance sobre Jesus "Entre Todos os Homens" (Ática), entre outros livros.

Texto extraído do jornal Folha de S. Paulo 24/12/2000

 

 
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  Deus ainda fala com as pessoas? 



Esta história eu recebi de um irmão evangélico que não mede esforços para me converter para a sua crença. Leia e descubra que o que eles chamam de comunicação de Deus, os espíritas chamam de comunicação mediúnica. E, como eles, os espíritas acreditam que a oração sincera mobiliza o mundo espiritual para nos amparar.

 

Um jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de Quarta-feira. Ao sair do estudo o jovem nutria uma dúvida: será que Deus ainda continua falando com as pessoas?

Eram aproximadamente 22 horas quando o jovem começou a dirigir-se para sua casa.  Sentado em seu carro, ele começou a pedir:  Deus! Ó Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Fortaleça minha fé. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo.

Passado alguns minutos, perto de uma padaria, ele teve um pensamento muito estranho: Pare e compre um galão de leite. Ele balançou a cabeça e falou alto: - "Deus é o Senhor?" Ele não obteve
resposta e continuou dirigindo-se para casa.
Porém, novamente, surgiu o pensamento: compre um galão de leite.

Ele parou o carro e pensou que aquela poderia ser  a Palavra de Deus. - "Muito bem, Deus! No caso de ser o  Senhor, eu comprarei o leite. Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil."  O jovem desceu do carro, comprou o leite e reiniciou
o caminho de casa.

Logo novo pensamento veio à sua mente: vire naquela rua. Ele pensou: - "isto é loucura da minha cabeça. Vou é para casa antes que eu tenha problemas" . E seguiu em frente.

Ele se sentiu desconfortável. Algo lhe dizia para voltar em entrar na rua indicada. Meio brincalhão, ele falou alto: - "Muito bem, Deus. Eu farei." 

Depois de andar algumas quadras, novo pensamento: " pare e desça. Entregue o leite." Ele parou o carro. Seu coração batia forte de medo. A rua estava escura e somente uma casinha tinha as luzes acesas. Para lá ele se dirigiu.

 O jovem olhou a casa. - "Senhor, isso é loucura.
Como posso bater em uma casa estranha no meio da noite?"  Mais uma vez acabou obedecendo: -" Entregarei o leite para aquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem."

 Ele tocou a campainha. A porta abriu-se e um homem lhe disse: - "Quem é você? O que você quer?"  Sem saber o que falar o jovem lhe entregou o leite. 

O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando nos braços uma criança que chorava. Lágrimas corriam pela face do homem.

- "Nosso dinheiro acabou. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite. Muito obrigado amigo". O jovem pegou a sua carteira e tirou um pouco de dinheiro e colocou-o na mão do homem. 

Enquanto as lágrimas corriam pela sua face ele ligou o carro e se dirigiu para casa. Deus havia falado com ele.

 
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Estudo científico da prece apresenta resultados surpreendentes

 

Autora: Gareth Cook (Boston Globe)

Tradução: Deborah Weinberg



Em um laboratório tranqüilo, Andrew Newberg tira fotografias do que os fiéis chamam de presença de Deus.

O jovem neurologista convida budistas e freiras franciscanas a meditarem e orarem em uma sala fechada. Depois, no momento da mais alta devoção, ele injeta um marcador que viaja até o cérebro e revela sua atividade no momento da transcendência.

Um padrão emergiu das experiências de Newberg: Existe uma pequena região, próxima à parte posterior do cérebro, que calcula constantemente a orientação espacial da pessoa, dando uma idéia de onde o corpo da pessoa termina e o resto do mundo começa. Durante prece intensa ou meditação, essa região torna-se um oásis tranqüilo de inatividade, por razões ainda inteiramente desconhecidas. Esse fato poderia explicar a comunhão espiritual de ausência de limites, sentida pelos religiosos ao longo das eras.

"Ela embaça a relação entre o eu e o outro", disse Newberg. O neurologista é professor assistente da Universidade de Pensilvânia e seu trabalho foi publicado na edição de 10 de abril da revista Psychiatry Research: Neuroimaging. "Se forem longe o bastante, os praticantes têm uma dissolução completa do eu, uma sensação de união, de espaço infinito".

Newberg e outros cientistas estão descobrindo que as diversas tradições de devoção humanas têm uma realidade biológica poderosa. Durante intensa meditação ou prece, tanto o cérebro quanto o corpo experimentam mudanças ainda pouco compreendidas, que poderiam trazer nova compreensão da experiência religiosa e, talvez um dia, até fornecer dicas para se viver com mais saúde e plenitude.

Segundo os cientistas, o novo campo de estudo já forneceu evidências de que esses estados meditativos - que dependem do desligamento dos sentidos e de repetição de palavras, frases ou movimentos - são uma parte natural do cérebro. E que os humanos são, em certo sentido, seres inerentemente espirituais.

"A prece é o meio que o cérebro moderno tem para se conectar com estados de consciência ancestrais poderosos", disse Gregg Jacobs, professor assistente de psiquiatria na Escola de Medicina de Harvard, que publicou diversos estudos sobre como as ondas cerebrais se modificam durante a meditação.

Com os estados meditativos, as pessoas parecem desligar o que Gregg chama de "conversa interior" do cérebro superior, consciente.

Durante a meditação, os pesquisadores observaram aumento na atividade das ondas cerebrais "teta", um tipo que se move lentamente e que inibe outras atividades do cérebro. Com base em uma análise preliminar de dados recentes, Gregg disse que observou atividade teta inibidora saindo de uma área do cérebro, chamada de lobo parietal, que contém o oásis tranqüilo da prece. Eventualmente, os pesquisadores esperam poder identificar um centro biológico comum nas muitas variedades mundiais de adoração.

No entanto, na medida em que os cientistas adotam tecnologia cada vez mais sofisticada para o estudo da religião, muitos advertem que esses primeiros vislumbres de território misterioso não devem ser excessivamente interpretados.

"O que quer que possamos aprender sobre esses estados será uma grande vantagem para nós", disse Lawrence E. Sullivan, diretor do Centro de Estudos das Religiões Mundiais de Harvard. Há o perigo, entretanto, "de que nossa tecnologia e conclusões não se igualem à riqueza e complexidade da religião".

A própria prece é espetacular em sua diversidade, disse Sullivan, citando a tradição Taoista de meditação profunda, na qual os praticantes imaginam seu próprio nascimento, e os cânticos e danças rituais de um povo que habita uma região próxima ao rio Orinoco, da Venezuela, quando os adolescentes atingem estado de transe estático e depois morrem metaforicamente.

Nos anos 1970, alguns pesquisadores começaram a estudar seriamente o valor terapêutico da religião. Herbert Benson, presidente do Instituto Corpo/Mente afiliado à Universidade de Harvard, cunhou a expressão "resposta de relaxamento", para descrever as mudanças psicológicas saudáveis nas pessoas que seguiam práticas meditativas orientais.

Recentemente, no entanto, os pesquisadores também passaram a considerar práticas de prece ocidentais similarmente intensas. No ano passado, os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) anunciaram que estariam financiando um ensaio clínico na Universidade Johns Hopkins para estudar os efeitos de longas sessões de oração de um grupo de mulheres afro-americanas com câncer de mama -o primeiro estudo desse tipo em toda a história.

Uma das mais impressionantes descobertas aconteceu em 1997, quando uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego descobriu o que chamaram de "módulo Deus", no cérebro. Eles estudaram pacientes que sofriam de uma forma de epilepsia que afeta o lobo temporal do cérebro. Esses pacientes têm experiências profundamente religiosas durante os acessos e depois ficam fascinados com assuntos místicos.

Os pesquisadores, chefiados por Vilayanur Ramachandran, disseram que os acessos fortaleciam uma porção do cérebro que responde a palavras religiosas, implicando que o sentimento religioso é parte da arquitetura cerebral.

Newberg, da Pensilvânia, que é autor de um livro lançado este mês chamado "Why God Won't Go Away" (por que Deus não irá embora), disse que o mistério da experiência religiosa era inerentemente difícil de ser resolvido em laboratório, especialmente com um scanner de cérebro barulhento funcionando. Sua estratégia, no entanto, tem sido usar uma técnica chamada Spect, que usa um marcador que se fixa no padrão de atividade cerebral ao ser injetado, mas pode ser observado depois, com o scanner.

Newberg já discutiu suas descobertas em conferências científicas, mas somente os resultados com budistas foram publicados.

Ninguém sabe ainda, entretanto, porque o cérebro tem essa habilidade milagrosa de atingir outros tipos de estados de consciência, simplesmente voltando-se para dentro, aquietando-se, concentrando-se em uma imagem trêmula e repetindo uma frase sagrada.

Algumas pessoas interpretarão os resultados da pesquisa como evidência de que Deus é um produto do cérebro, enquanto outras dirão que são evidência de que o cérebro é um produto de algum poder maior -que, como diz Benson, " talvez Deus nos tenha dado o mecanismo para entender e sentir Deus de determinada forma".

Conheça: O poder da Oração e da Prece

 
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AMIGOS

Autor: Vinicius de Morais

 

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta
necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,
eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o
amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que
tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus
amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ..
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não
posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem
que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem
noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu
equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente,
construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em
síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando
daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a
roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando
comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus
amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber
que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.

 

 
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Sabedoria

Um velho índio descreveu certa vez:
- Dentro de mim, existem dois cachorros: um deles é cruel e mau, o
outro, muito bom. Os dois estão sempre brigando.
Quando perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio
parou, refletiu e respondeu:
- Aquele que eu alimento.

 

Sabedoria II

 

A espantosa realidade das coisas.

É a minha descoberta de todos os dias.

Cada coisa é o que é.

E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra.

E quanto isso me basta.

Basta existir para ser completo."

 

Fernando Pessoa

 

 
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Lembre-se que muitos cristãos estão sofrendo HOJE somente por serem cristãos.

Ajude a acabar com a perseguição contra os cristãos.

 

Leia o exemplo abaixo:

EGITO: O cristão egípcio Bolis Rezek-Allah, foi retirado de um vôo internacional, no aeroporto do Cairo e detido pela polícia secreta egípcia. Rezek, havia obtido um visto de imigração para o Canadá, mas foi impedido de fazer a viagem. Sua esposa, Enas Badawi, embora seguida pela polícia, ainda se encontra em liberdade. Ele é acusado de levar a sua mulher, uma ex-muçulmana, a conversão do Cristianismo, pois é proibido, no Egito, que um homem cristão se case com uma mulher muçulmana. Aos homens muçulmanos é livre casar-se com mulheres cristãs, e também é livre aos cristãos, em geral, converterem-se ao islamismo, enquanto o contrário é proibido por lei, conforme explicou Todd Nettleton, correspondente da Voz dos Mártires.

 

LUTE para que todos os que queiram se CONVERTER ao cristianismo possam viver em paz.