|
![]()
Sonhos
![]()
Artigos sobre sonhos
Atenção: infelizmente o Fortunecity, que hospeda este site, está mantendo uma política de direcionamento do primeiro clique no site para uma página de propaganda. Para sair dela e ir para a página deste site clique em Skip the Ad, que estará em laranja na página.
Artigo 1: Qual a função dos sonhos.
Artigo 2: Sonhos: dicas para a vida.
Artigo 3: Um sonho paranormal.
Artigo 4: Pesquisa com telepatia durante o sonho.
Artigo 5: Contribuições do sono e dos sonhos para o progresso da ciência (relatos de casos).
Artigo 6: Pesquisa inédita mostra que outros animais sonham como os humanos.
Tema 7: Sonhos na bíblia. (Vários artigos)
Artigo 8: A Arte de Bem Sonhar
Artigo 9: O Sonho da Humildade
Artigo 10: O problema da dinâmica usual do sono e como superá-la.
Artigo 11: Sobre os motivos de não discernirmos que estamos em sonho.
Artigo 12: Sonhos de Gente Importante
Tema 13: Os Sonhos em Minha Vida (depoimentos)
Artigo 14: Por que dormimos
Artigo 1
Qual a função dos sonhos
autor: Regis Mesquita
Sono é repouso e um momento especial para o corpo se "reorganizar". O sonho é uma parte do sono, uma parte que ajuda o todo a atingir seus objetivos. Vejamos como: quando estamos acordados passamos por inúmeras experiências e experimentamos várias situações diferentes. Estes acontecimentos moldam nossa vida e nossa personalidade. Durante o sono, principalmente, temos o enorme trabalho de organizar todas estas memórias em nossa mente. Assim o sono é, também, um "grande funcionário público que fica arquivando memórias". É aí que entra os sonhos, pois durante os sonhos o inconsciente age fortemente sobre estas memórias fazendo com que elas sejam arquivadas (organizadas) sob uma perspectiva diferente. E isto é de fundamental importância para nossa vida e nossa saúde mental, pois neste momento o inconsciente está ajudando o a consciência a superar falhas (na psicologia chamamos de unilateralidade) que poderiam vir a causar muito sofrimento para a pessoa. Deus reconheceu que a nossa consciência é estreita e limitada, por isto ele nos brindou com estratégias para não ficarmos apenas restritos a este estreito limite. A principal estratégia é o sonho, que temos de 4 a 6 por noite.
(Publicado originalmente no Jornal Viva!)
Artigo 2
SONHOS: DICAS PARA A VIDA
autor: Regis Mesquita
Quando Paulo sonhou com seu carro desgovernado numa estrada ele acordou tenso e pensou: "puxa que pesadelo!" Mas Paulo era uma pessoa diferente, ele havia aprendido a fazer a auto-análise dos sonhos. Ele já sabia que por algum motivo aquele sonho aconteceu logo naquela noite. Um sonho simples, com três elementos: carro, estrada, perda de controle. Muitos, neste momento, procurariam em livros o que significa estes elementos. Paulo fez diferente, procurou dentro dele o significado. Esta é a característica da auto-análise dos sonhos: o sonho é seu, quem sabe dele é você, e a resposta está dentro de você.
Existem vários tipos de sonhos (sonhos proféticos, sonhos premonitórios, sonhos de realização de desejos, etc.), mas os mais comuns são aqueles que falam da nossa vida cotidiana. Estes sonhos são pontos de vistas diferentes dos mesmos problemas e dificuldades que enfrentamos acordados. Portanto, eles são eminentemente práticos. Um sonho pode te avisar que você anda muito briguenta ou, como Paulo descobriu, que você precisa trocar os pneus do carro antes de viajar. Como ele chegou a esta descoberta? Ele fez três passos: primeiro relacionou os elementos dos sonhos com sua vida atual e se lembrou que iria fazer uma viagem longa com seu carro naqueles dias. Ele então levantou a hipótese do sonho lhe falar sobre algo relacionado à sua viagem. Segundo: ele reviveu o sonho. Ele se concentrou no seu sonho (nas imagens, nos sentimentos e sensações que teve na hora do sonho). Se concentrou o bastante para ficar envolvido pelo clima e pelas imagens do sonho. Quando isto aconteceu ele deixou que as imagens do sonho se transformassem sozinhas e formassem um novo "sonho". Só que neste sonho ele estava acordado e poderia atuar. E foi atuando neste novo "sonho" que Paulo descobriu que o carro se desgovernava por causa dos pneus. Terceiro: ele avaliou o que aconteceu na revivência do sonho. Neste caso ele descobriu que realmente os pneus estavam ruins para uma viagem longa.
Dizem que os sonhos são cartas que recebemos todas as noites. Com a auto-análise do sonhos você aprende a lê-las. Aliás, é isso que inúmeras pessoas estão fazendo: abrindo estas cartas, descobrindo mais de si e melhorando suas vidas.
(Publicado originalmente no Jornal Viva!)
Artigo 3
Um sonho Paranormal
Quando rapaz, o químico aeroespacial Edward Butler não acreditava muito em sonhos e nunca havia ouvido falar nos chamados sonhos paranormais. Contudo, em 1959, Butler teve um sonho que jamais esqueceu. O sonho e seus efeitos correlatos afetaram E. Butler profundamente e, em 1988, pela primeira vez, ele contou-o em um programa de televisão.
O sonho ocorrera quando Butler tinha 25 anos e trabalhava em New Jersey, numa empresa que produzia motores e combustíveis para foguetes. No sonho, estava sentado em seu laboratório, em mangas de camisa, quando o edifício foi sacudido por uma explosão violenta. Correu para fora e descobriu que o laboratório ao lado estava em chamas. Alguém gritava lá dentro. Ele penetrou por entre a fumaça e as labaredas e encontrou sua colega de trabalho, Rita Dudak, queimando como uma tocha, em chamas da cabeça aos pés. Butler sonhou que a puxara pelas pernas e a levara para o seu laboratório, onde a colocara sob os chuveiros de emergência, apagando o fogo.
Ao acordar, Butler avaliou alguns detalhes curiosos do sonho. Era esquisito que estivesse trabalhando com mangas de camisa, pois o pessoal do laboratório sempre vestia aventais a prova de fogo, uma vez que as experiências perigosas assim o exigiam. Também era estranho que Rita Dudak estivesse sozinha em seu laboratório. Três assistentes normalmente estavam com ela. Mas Butler deu de ombros ante a possibilidade de resolver a charada e esqueceu o sonho.
Porém, o sonho não queria desaparecer. Tornou a voltar, não todas as noites, mas com bastante freqüência e persistência, durante alguns meses.
E a coisa aconteceu. Na tarde de 23 de Abril de 1959, Butler batia um relatório à máquina e, como a área era segura, os regulamentos permitiam que se trabalhasse em mangas de camisa. Na porta ao lado, Rita Dudak realizava uma experiência com algumas substâncias altamente explosivas. Ela estava em pé, por trás da proteção de dois escudos plásticos, mas chegara à um ponto da experiência em que precisava tocar nos aparelhos. Por isso, levantou um dos escudos e empurrou outro de lado.
No momento em que Rita livrou-se dos escudos, as substâncias explodiram, estilhaçando vidros e espirrando combustível no rosto, nos ombros e nos braços dela. Em alguns segundos seu rosto ardia em chamas. O calor era tão intenso que os óculos protetores derreteram em seus cabelos. Ela tinha a certeza de que iria morrer ...
Butler surgiu pela porta neste minuto. Ele e Dudak estavam sozinhos naquele inferno, exatamente como no sonho. Dois dos assistentes dela tinham ido tomar café e o outro fugira atemorizado após a explosão. Butler lembra-se que passava pelas labaredas gritando o nome de Dudak. Quando a encontrou, viu que estava do mesmo jeito que aparecia no sonho. "Ela queimava como um pavio", recorda Butler, "completamente em chamas; o corpo inteiro ardia." Por um instante, ele interrompe a narração, mas depois continua: "Acho que comecei a agir como um autômato porque estava representado o papel do sonho. Eu deveria ser capaz de agarrá-la pelas pernas, puxá-la para fora das labaredas, levá-la ao meu laboratório (...) e colocá-la sob o jato do chuveiro."
Rita Dudak passou sete longos meses no hospital ...
Até aparecer na televisão, em 1988, Butler nunca mencionara o sonho a ninguém, a não ser para a própria Rita Dudak e para alguns amigos íntimos. E ele nunca mais teve uma experiência de um sonho como aquele. O cientista não conseguiu aceitar a existência de um fenômeno mediúnico. "Eu tinha um pouco de vergonha de que alguma coisa mística acontecesse comigo", disse. Mas acabou aceitando esta experiência. Mesmo que ainda seja um cientista cético, Butler agora sente que nessa ocasião, por alguma razão desconhecida, viu o futuro e recebeu instruções muito precisas sobre o que fazer. Costuma dizer que a coragem não tem nada a ver com o fato de ter salvo a vida de Rita Dudak. "Não foi heroísmo", afirma. É como se o sonho tivesse me preparado para esse incidente. Se eu não tivesse sonhado, não teria me comportado da mesma forma. As pessoas não ficam passeando no meio de incêndios."
(Extraído do livro No Mundo dos Sonhos, paginas 130 e 131, Ed. Abril Livros, autor não indicado)
|
Adicione este site aos seus "Favoritos". (passe o mouse aqui) |
Cursos / Consultas / Terapia Floral / Terapia de Regressão / Livros Indicados / Direitos Humanos e Pacifismo / Entrevista: "A função dos sonhos" / Links / Sonhos / Ilusão de Ótica / Jesus Cristo / Campanha Livros /
Análise dos Sonhos Homepage / Terapia Floral Homepage
Hipnose / Terapia de Vidas Passadas
Click para receber gratuitamente o Jornal Vida Natural
Para que todos tenham
é necessário Justiça Social.
Sites e Blogs recomendados por este site.
|
Agência de Notícias |
Jornal |
|
|
|
|
Jornal |
Blog |
|
|
|
|
Blog |
Blog |
|
|
|
|
Blog |
Blog |
|
|
|
![]()